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sábado, 6 de novembro de 2010

Paciência II


Não queria
Olhar e ver os opostos
Que instigam curiosidade
A vontade de estar
Grudada no travesseiro
No certeiro desse anseio
 Respirando o seu ar

  
 Só queria
 Ligar – me no futuro
 De uma forma tão presente
 Que fizesse desse tempo
 Fumaça pra sufocar

 E seria
 Toda espécie de vivência
 Que aspiro nesse instante
 Meu impulso nobre e certo
- Infinitamente estar.

A ampulheta não me priva
Também caio em cada grão
Dessa areia- esperança
Faz- me então suporte e dom
- Paciência.



Naiane Julie

2 comentários:

  1. Dura muito essa paciência, estranho quando a paciência se mistura com a esperança e já não se sabe distinguir ambos.

    adorável.

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