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sábado, 14 de agosto de 2010

Sem ensaios


Vamos festejar
a paz que pode existir
Não observada, mas muito almejada
Dom enobrecido (de corações puros)
Peito em equilibrio, mente em alívio.

Vamos festejar
Quando o vento sopra, quando o Sol arde
Quando uma folha cai no chão, pra isso nunca é tarde
Quando enxergamos, o visível e o invisível
Quando não se nega que tudo é possível

Mas vamos, vamos festejar!
Que hoje, que esse instante, é único e impreciso
Pois está à mercê
de cada rabisco nosso
Está branco, sem escrita
Sem desenho e sem cor
As cortinas vão se abrir...

Então venha, venha festejar
A união quase extinta
Mas alimente esse sonho bom
A amizade quase aflita,
mas que ainda vence a imperfeição
E o amor! Este é o clímax
Basta pra isso... dar a mão.

Naiane Julie

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